25.10.07

A triste malha ferroviária brasileira

A precariedade das malhas ferroviária e rodoviária tem sido apontada como um dos mais graves gargalos do crescimento do Brasil. O país tem investido muito pouco na área do transporte.Para ter uma idéia, os Estados Unidos acabam de aprovar investimentos em transporte que chegarão a US$ 268 bilhões até 2009, contemplando, inclusive, o transporte ferroviário. Os Estados Unidos possuem mais de 200 mil quilômetros de ferrovias, e essa modalidade de transporte tem crescido na base de 3% ao ano; na movimentação de grãos, o crescimento chega a 10%.Bem diferente é o caso do Brasil. Um trabalho recentemente publicado registra o triste quadro do Brasil. Em 1940, tínhamos mais de 34 mil quilômetros de estradas de ferro -o que já era pouco. Hoje, temos menos de 30 mil. Retrocedemos. Com essa malha, transportamos apenas 23% da carga do país, enquanto a média dos grandes países é de 40% -e a da Rússia é de mais de 80%. Há um enorme hiato entre as necessidades do Brasil e os recursos aprovados nos planos plurianuais do país ("Ferrovia: Um Projeto para o Brasil", Antônio de Pádua Gurgel e outros, 2005).A luta em favor de mais e melhores ferrovias vem de longe. A grande visão do visconde de Mauá o fez bancar pessoalmente, em 1854, a construção da primeira ferrovia, de 18 quilômetros (Rio-Petrópolis). Em seguida, junto com os ingleses, construiu mais três projetos ousados: a ferrovia Recife-São Francisco, a Dom Pedro 2º (depois Central do Brasil) e a São Paulo Railway (rebatizada de Santos-Jundiaí).Nos últimos 65 anos, praticamente estagnamos. Argumenta-se que o custo de construção de uma ferrovia é muito alto. Quem assim pensa desconsidera o custo total do transporte rodoviário. Os usuários das estradas de rodagem pagam apenas uma parte dos custos desse sistema de transporte. Vários deles ficam por conta da sociedade, como o policiamento, os serviços de emergência, a engenharia de tráfego, a recuperação dos feridos, o congestionamento e a poluição nas grandes cidades.O Instituto de Engenharia estima que, só em São Paulo, se perca cerca de US$ 6 bilhões por ano na forma de combustível queimado inutilmente! Além disso, há o custo do tempo perdido, não só pelos caminhoneiros mas por toda a população que passa horas nos engarrafamentos diariamente. E, por fim, há o custo elevadíssimo das vidas perdidas e das pessoas feridas em acidentes de trânsito. Quando se leva em conta as "despesas invisíveis", vê-se que o baixo custo do transporte rodoviário é apenas aparente.Com a pujança da nossa capacidade exportadora, o Brasil precisa investir nas ferrovias. A indústria do setor está preparada, embora grande parte dos vagões aqui produzidos estejam correndo nos trilhos do Gabão, da Guiné-Bissau e da Venezuela, países que, só em 2005, compraram 400 unidades do Brasil ("Fabricação de vagões é a maior da história", "O Estado de S. Paulo", 21/8/2005). Está na hora de colocarmos as locomotivas e os vagões brasileiros para rodar nos trilhos do Brasil.

25 de Outubro...

Dia da Democracia

É difícil precisar o número de democracias no mundo hoje, pois não existe uma linha clara separando: ditaduras e democracias. Muitos países dizem que têm eleições livres, mas só o partido do governo vence, portanto, se são democracias de um só partido, são governos maquiados de democracias. Os fundamentos da democracia são: o regime da soberania popular ativa e o respeito integral aos direitos humanos. Direitos humanos entendidos não só como aqueles de origem liberal, como os direitos individuais e as liberdades individuais, mas principalmente, como direitos econômicos e direitos sociais. Esta nova definição de democracia rompe com aquela visão tradicional que limita a democracia à existência de direitos e liberdades individuais, além de eleições periódicas. O artigo terceiro da nossa Constituição Federal afirma, como objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: 1o) constituir uma sociedade livre, justa e solidária; 2o) garantir o desenvolvimento nacional; 3o) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; 4o) promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Um programa perfeito, que certamente identificaria um Estado de Direito democrático, totalmente comprometido com a justiça social. No entanto, tais objetivos ainda estão, grande parte, no papel. A Democracia direta se refere ao sistema onde os cidadãos decidem diretamente cada assunto por votação. Enquanto, na democracia representativa, conhecida como República, os cidadãos elegem representantes em intervalos regulares, os quais depois votam os assuntos em seu favor. A democracia direta se tornou cada vez mais difícil e, por pura necessidade, se aproxima mais da democracia representativa, quando o número de cidadãos cresce. Hoje, em muitas democracias, o direito de voto é garantido sem discriminação de raça, grupo étnico, classe ou sexo, e por isso é facultativo. No entanto, o direito de voto ainda não é universal e, às vezes, ainda é obrigatório, para que ela seja mantida. O direito de voto, normalmente, é negado a prisioneiros. Alguns países também negam o direito a voto para aqueles condenados por crimes graves, mesmo depois de libertados. Em alguns casos, como em muitos lugares dos Estados Unidos, a negação do direito de voto é automático na condenação de qualquer crime sério; em outros casos, como nos países da Europa, a negação do direito de voto é uma penalidade adicional que a corte pode escolher por impor, além da pena do aprisionamento. Jamais se deve esquecer que uma Democracia legítima reflete as convicções, necessidades e aspirações verdadeiras de uma maioria. Qualquer outra interpretação ou definição de Democracia é pura mentira institucional.

24.10.07

Iron Maiden vem em março ao Brasil


Baterista confirma informação, mas não diz as datas exatas

Rodolfo França, um dos colaboradores do site Maiden Portal na Inglaterra, teve a oportunidade de bater um papo com o baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain durante o "Drummer Live Event - The ultimate day out for all drumming, percussionist and music enthusiasts", que aconteceu no último fim de semana na capital britânica. McBrain confirmou que o Maiden vem, sim, ao Brasil em 2008. Ao contrário das informações anteriores, no entanto, a Donzela desembarca no Brasil em março e não em janeiro. As datas e locais, McBrain não revelou. A nova turnê do Iron Maiden tem como objetivo divulgar o segundo DVD que conta a história da banda. A Somewhere Back In Time World Tour 2008 começa em fevereiro, na Austrália.

Show do Police no Brasil terá abertura do Paralamas do Sucesso




A banda brasileira Paralamas do Sucesso vai abrir o show que o The Police faz no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, dia 08 de dezembro. O anúncio foi feito em entrevista coletiva, realizada na manhã desta terça-feira.
A venda de ingressos começa nesta sexta-feira (26). Os preços são salgados: de R$ 160 (arquibancadas laterais) a até R$ 500 (área vip próxima ao palco). A pista sai por R$ 190 e as arquibancadas e cadeiras custam R$ 270.
A confirmação do Paralamas como atração de abertura decepcionou quem esperava a presença do americano Beck. O cantor vai abrir os shows do Police em dois países vizinhos, Argentina e Chile.
Leia mais sobre o Police.

DIA DA ONU...

O dia 24 de outubro é o dia das Nações Unidas porque foi exatamente nessa data, no ano de 1945, que a Organização passou a existir oficialmente.
Em 1945, quando o mundo comemorava o fim da II Guerra Mundial, foi realizada, em São Francisco (EUA), a Conferência das Nações Unidas sobre Organização Internacional, com a presença de 50 países, inclusive o Brasil. Desse encontro, resultou um documento chamado Carta das Nações Unidas, assinado pelos 50 países participantes, que se comprometiam a manter a paz, defender os direitos humanos e as liberdades fundamentais, além de promover o desenvolvimento dos países no mundo todo. Assim nasceu a Organização das Nações Unidas - ONU.
Na verdade, ela veio substituir a Liga das Nações, que havia surgido no final da Primeira Guerra Mundial, com finalidade parecida.
Atualmente, a ONU conta com 189 das 192 nações existentes no planeta. A paz e a segurança são os objetivos principais em todas as suas iniciativas. Uma prova disso foi que, em 1988, as forças de manutenção de paz das Nações Unidas ganharam o Prêmio Nobel da Paz, pelo seu empenho em preservar a harmonia entre os povos.

UMA CARTA, EU IMPLORO!

Carteiro! Carteiro!
Levantei correndo de minha poltrona, pois há tempos não ouvia tal chamado.
Era isso mesmo, um carteiro me chamava e eu surpreso, pensei: - Meu Deus quem será que me enviou alguma correspondência!?!
Cumprimentei o jovem carteiro e esperei a entrega de alguma coisa, meu espanto e desapontamento logo vieram, haja vista, que o mesmo me indagou, dizendo:
- Aqui é que mora o Antonio Carlos???
- Não, eu disse! Vi que ele trazia uma carta na mão.
- Ok. Vou procurar entre os seus vizinhos.
Fiquei olhando, enquanto o carteiro batia palmas em outra casa, gritando logo após – Carteiro! Carteiro!
Que inveja eu senti.
Toda essa vida virtual que assumimos, está acabando com a gente.
E-mail, Orkut, Google, G-mail, Gazzag, Flores Virtuais, Cartões virtuais e etc.
Hoje acordamos imaginando os scraps e mails que nos enviaram. Babamos com as promoções via internet e pasmem, até nos relacionamos amorosamente pela rede.
Meu Deus, aonde chegaremos? Talvez a loucura, por estar a qualquer momento sem tudo isso, ocasionado por um primeiro apagão.
O Brasil caminha a passos largos em direção a essa, ainda nova, tecnologia. Somos o país com maior potencial de crescimento.
Muitos Pcs, muito tempo na NET, compras via NET, que a cada ano surpreende as empresas. O Governo Federal fez a sua parte, financiando com baixos juros e prestações a perder de vista, o computador popular.
Mas tenho certeza, muitos de nós gostaríamos de ouvir aquele grito estridente – Carteiro! Carteiro! E não ser uma conta a pagar ou uma correspondência equivocada e sim uma carta e aquela sensação gostosa de ter novidades através de um meio de comunicação tão esquecido e daqui a pouco tempo, extinto!

Fred Escritor/Jornalista MTB 46.265

23.10.07

Novidades do YOUTUBE - curta aí...

http://br.youtube.com/watch?v=1M4vzkifWVw

http://br.youtube.com/watch?v=rxjrBd4WE2U

http://br.youtube.com/watch?v=u0R9QtAEiQ4

http://br.youtube.com/watch?v=lLNahLPS8cE

http://br.youtube.com/watch?v=GmwqpHsMExg

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COMPRA 90 MIL COMPUTADORES

O Ministério da Educação fechou nesta segunda-feira, dia 22, um leilão por meio de pregão eletrônico para compra de 90 mil computadores. Esses equipamentos vão compor nove mil laboratórios que serão instalados em escolas públicas do Brasil. Cada laboratório tem 10 computadores, uma impressora e um roteador wireless.
O secretário de educação à distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta terça-feira, dia 23, que o objetivo é que até 2010 todas as escolas brasileiras com mais de 50 alunos tenham computador com internet (clique aqui para ouvir o áudio).
“Esse processo já começou. Esse ano que passou nós instalamos 9 mil laboratório em escolas públicas”, disse Bielschowsky.
Bielschowsky disse que o objetivo é que até 2010 86% das escolas públicas tenham computadores com acesso à banda larga. Segundo ele, o programa prevê também a oferta de conteúdo para trabalhar em sala de aula e capacitação dos professores.
Nos próximos seis meses, o número de laboratório de informática nas escolas públicas brasileiras deve chegar a 13 mil. Em julho de 2008 deve ser realizada uma nova licitação para instalação de 29 mil laboratórios.
Clique aqui para acessar o edital de licitação para compra dos computadores.
Leia a íntegra da entrevista com Carlos Eduardo Bielschowsky:
Paulo Henrique Amorim – Carlos Eduardo, me diz uma coisa, quando que esse processo começa?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Na realidade esse processo já começou. Esse ano que passou nós instalamos 9 mil laboratórios em escolas públicas.
Paulo Henrique Amorim – Em que ano, o senhor fala?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Nesse ano de 2007 nós já instalamos um conjunto significativo de laboratórios, são nove mil laboratórios conectados em rede. Eles ainda estão sendo instalados, os computadores foram comprados, enviados para as escolas e estão sendo instalados.
Paulo Henrique Amorim – O que é que você chama de laboratório?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Um laboratório de informática é uma sala com dez a 15 computadores, um servidor. È importante salientar, Paulo, que além da questão da infra-estrutura, ou seja, da existência dos laboratórios, no ano que vem serão mais, está crescendo essa oferta. Esse programa ele inclui também a oferta de conteúdo e capacitação, ou seja, e um trabalho integrado, a idéia é mudar a escola brasileira e alfabetizar nossos alunos e, logicamente a população mais carente.
Paulo Henrique Amorim – Que tipo de conteúdo?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Nesse momento, nós acabamos de encerrar a chamada de um edital de R$ 70 milhões para a construção de conteúdos digitais de primeira, segunda e terceira série do Ensino Médio. Física, Matemática, Química, Biologia e Português. Então, esses conteúdos são colocados nesses computadores e esses computadores, então, são utilizados para dinamizar a sala de aula, dinamizar esse processo de aprendizagem, trazer um diferencial para a escola brasileira através de vídeos, através de simuladores e a própria utilização do site. O aluno entra na internet, o professor manda ele fazer uma pesquisa e ele vai para o mundo. Às vezes, numa escola do interior do Rio Grande do Norte, acessa a internet, vai para o mundo, faz uma pesquisa e isso certamente contribui.
Paulo Henrique Amorim – E como é que estão os professores preparados para oferecer esse conteúdo.
Carlos Eduardo Bielschwsky – Você tocou num ponto-chave, Paulo Amorim. De fato essa é uma parte do sistema que tem que ser muito bem trabalhada. A maior parte dessas pessoas não está absolutamente preparada. Por isso mesmo nós estamos iniciando um processo de capacitação muito forte. Nós já estamos capacitando, eventualmente ainda não na velocidade necessária, estamos acelerando esse processo, no ano que vem vamos estar capacitando cerca de 100 mil professores daquelas escolas que vão receber esses laboratórios.
Paulo Henrique Amorim – Mas você não quis falar em números, mas vamos lá. Em 2007 você já tem 9 mil laboratórios instalados. Quais são as metas daqui para frente?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Com maior prazer, falaremos de números porque os números... O Presidente Lula e os nossos ministros querem que até 2010 todas as escolas com mais de 50 alunos tenham um laboratório conectado em rede com professores capacitados e conteúdo. Então, nesse momento, neste ano, nós colocamos esses laboratórios mencionados. Ontem nós terminamos uma licitação para cerca de 10 mil laboratórios e em mais duas semanas nós teremos mais três mil laboratórios rurais licitados. Portanto no próximo meio ano, temos um prazo de 180 dias para instalar, nos estaremos com 13 mil laboratórios. Lá para junho do ano que vem nós vamos fazer uma nova licitação para 29 mil laboratórios.
Paulo Henrique Amorim – Quando?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Eu imagino que em junho, julho. Já estaremos trabalhando numa licitação para adquirir cerca de 29 mil laboratórios.
Paulo Henrique Amorim – E esses laboratórios estão sendo fornecidos por empresas privadas brasileiras?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Nós fizemos, talvez, o maior leilão público, o pregão eletrônico, de aquisição de computadores do Brasil. Ontem nós compramos cerca de R$ 110 milhões de reais em computadores.
Paulo Henrique Amorim – Quantos computadores são isso?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Olha... são cerca de 100 mil computadores. Porque tem impressoras também, tem outros elementos que compõem o laboratório. Então esse dinheiro, ele também tem equipamentos de redes. Mas eu tenho quase certeza que foi o pregão eletrônico da maior compra de computadores realizada no Brasil. E foi um sucesso porque o pregão eletrônico tem uma característica muito interessante porque ele é feito de uma forma que as empresas não se enxergam. E o operador do pregão eletrônico também tem uma certa distância desse processo. E o preço foi baixando. Nós conseguimos um preço excelente. Realmente uma... a julgar pelas licitações do passado.
Paulo Henrique Amorim – Qual foi o preço?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Foram três lotes que somam certa de R$ 110 milhões. São computadores bastante robustos, com uma tela de...
Paulo Henrique Amorim – Tem o preço médio?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Eu tenho impressão que o preço médio do computador saiu em torno de R$ 1 mil. Eu não tenho certeza, preciso ainda fazer essas contas, porque ontem terminou... mas eu posso lhe passar essa informação...
Paulo Henrique Amorim – Quem ganhou o leilão?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Olha, foram duas firmas diferentes. Como esse processo ainda está sendo julgado... uma vez que termina o pregão eletrônico, as firmas são obrigadas a apresentar os seus equipamentos, eles entram numa fase de teste e ainda pode ter recurso. Então, eu prefiro, como está no meio do processo, eu prefiro não questionar. Mas ele é aberto, pode-se entrar na internet e acompanhar todos os passos do pregão eletrônico.
Paulo Henrique Amorim – Nós vamos dar o clique para isso no nosso site. Agora, deixa eu lhe perguntar uma coisa, Carlos Eduardo, quando se inaugura a chamada Infovias, que vai permitir o acesso em banda larga para essas escolas todas?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Nesse momento nós estamos utilizando um recurso que é o Gesac. Ou seja, a Infovias, ela ainda não está estruturada, ela está se estruturando. No entanto, para não ficar parado, para conseguir contemplar as escolas, cujo os laboratórios nós estamos comprando, nós estamos utilizando um blend de recursos que chamamos de Gesac que é em alguns lugares uma antena que capta a banda do satélite e outros lugares a própria transmissão de internet. A Infovias é um projeto fantástico que está sendo tocado pela própria Presidência. O próprio Presidente Lula está à frente desse processo com muita intensidade. Ela está se desenhando. Nós temos uma esperança que no ano que vem já esteja operacional, porque é muito necessária. É necessário que o aluno que mora numa cidade do interior e que não tem acesso ao computador, ele tem que ser alfabetizado numa escola. Ele tem que entrar na internet da escola... Então essa é uma concepção que esse Governo tem muito clara e daí esse esforço muito grande nessa direção e daí esse esforço é fundamental. Eu posso citar um dado muito interessante, Paulo?
Paulo Henrique Amorim – Claro, por favor...
Carlos Eduardo Bielschwsky – Nós temos um dado que mostra que as escolas com computadores não ligadas na internet, o desempenho médio de seus alunos nos exames, no Saeb, realizados pelo MEC, são exames nacionais, não muda muito. Quer dizer, ter um laboratório de informática na escola é importante porque alfabetiza digitalmente o aluno, mas não chega a trazer uma diferença significativa no desempenho do aluno desses exames. Agora se essa escola está conectada na internet, chega a mudar 10%.
Paulo Henrique Amorim – É mesmo?
Carlos Eduardo Bielschwsky – É, na média. Isso significa que o fato de o aluno ir fazer uma pesquisa de biologia, por exemplo, entrar na internet, andar pelo mundo e voltar para a sala de aula com esse conteúdo faz diferença. Ou seja, é necessário, de fato, conectar essas escolas em banda larga.
Paulo Henrique Amorim – Você poderia descrever para o nosso leitor, internauta, o que é o projeto de Infovias que o Presidente Lula considera tão importante?
Carlos Eduardo Bielschwsky – O projeto de Infovias, tecnicamente, ele está sendo ainda desenhado. Nós temos algumas possibilidades. Uma possibilidade importante a considerar é a rede elétrica, a rede... quando você instala os cabos de alta tensão, junto segue um conjunto de 32 pares de fibra óptica nessas torres. Então é usar esse potencial para fazer uma rede de banda larga, fazer um backbone de banda larga em todo o Brasil parece uma idéia muito interessante. É claro que essa rede de cabo de alta tensão, que percorre o Brasil, não chega a todas as localidades, mas a partir daí você pode perfeitamente usar rádio e outras possibilidades para fazer essa difusão da banda. Então essa é uma das idéias. Outra idéia também é usar um blend de soluções, portanto tecnicamente ainda se está fechando o desenho, mas com muita prioridade por parte do Governo, o que é muito bom.
Paulo Henrique Amorim – Então quer dizer que vocês ontem compraram 100 mil computadores?
Carlos Eduardo Bielschwsky – Eu acho que talvez tenha sido até um pouco mais. Eu posso checar isso e lhe enviar. Se você me mandar um e-mail depois eu lhe mando.
Paulo Henrique Amorim – Os meus produtores vão entrar em contato com você, até porque eu vou dar o clique para essa concorrência para os nossos leitores internautas.
Carlos Eduardo Bielschwsky – Só como palavras finais, não sei se ficou muito claro, mas a idéia é: precisamos oferecer para essa população que não está alfabetizada digitalmente e que têm certamente um ambiente escolar muitas vezes necessitando de revigoração, essa tecnologia. Então é isso: fazer com que os nossos alunos de escolas estaduais e municipais no interior do Brasil possam ter acesso ao que a classe média alta normalmente tem nas grandes cidades.

Pixies deve cancelar planos de gravar álbum inédito

O vocalista do Pixies, Frank Black, ao que tudo indica, não conseguiu tirar a baixista Kim Deal de casa para gravar um novo álbum da banda, como havia dito que faria no final do ano passado.Black jogou um balde de água fria nos fãs que esperavam ouvir em breve o sucessor de Trompe Le Monde, álbum de 1991, alegando que Kim Deal é contra um novo lançamento da banda.Ele contou ao The Gothamist que, apesar de ter tentado convencer a baixista a gravar, ela até que tem razão. Segundo ele, Kim disse que não precisa de um novo álbum do Pixies, "portanto, talvez ele realmente não seja necessário".Black acabou de lançar mais um álbum solo, Bluefinger, e a baixista segue trabalhando no novo álbum do Breeders, sua outra banda, com o produtor Steve Albini.

TV CULTURA...

Fique por dentro de tudo que rola na área cultural do Brasil

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Mostra Internacional de Cinema de São Paulo



Fique por dentro de tudo o que acontece na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo...para tanto acesse...


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Veja a lista de músicas do novo álbum da Nação Zumbi, Fome de Tudo


Foi divulgada a lista de músicas do novo álbum da Nação Zumbi, Fome de Tudo. O disco tem doze faixas e sai este mês. É o primeiro trabalho da banda em sua nova gravadora, a Deckdisc.
O CD tem participações especiais da cantora Céu (na faixa "Inferno"), o tecladista Money Mark (parceiro dos Beastie Boys, em "Assustado") e o cantor e compositor Junio Barreto ("Toda Surdez Será Castigada").
O álbum anterior do grupo, Futura, havia saído em 2005. Veja abaixo a lista de músicas de Fome de Tudo:
01. "Bossa Nostra"

02. "Infeste"

03. "Carnaval"

04. "Inferno"

05. "Nascedouro"

06. "Onde Tenho que Ir"

07. "Assustado"

08. "Fome de Tudo"

09. "Toda Surdez Será Castigada"

10. "A Culpa"

11. "Originais do Sonho"

12. "No Olimpo"

MINC EXPLICA COMO VAI FUNCIONAR O PAC DA CULTURA

Uma reportagem da revista Carta Capital mostra que o programa “Mais Cultura”, conhecido como PAC da Cultura vai investir R$ 4,7 bilhões, principalmente em municípios que apresentam maiores índices de violência e menores índices de educação básica (clique aqui para acessar o site da Carta Capital).
O Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Alfredo Manezy, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 22, que o PAC da Cultura vai ser um trabalho conjunto entre vários ministérios, entre eles Cultura e Justiça (
clique aqui para ouvir o áudio).
“O ministro Tarso Genro e o ministro Gilberto Gil assinaram um acordo onde nas áreas identificadas como de maior risco, os territórios de vulnerabilidade onde o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) vai chegar”, disse Manezy.
Segundo Manezy, estão planejados 384 pontos de cultura em comunidades carentes, locais considerados com maior vulnerabilidade social. “São apoios para aqueles grupos na comunidade, grupos culturais, ONGs que desenvolveram técnicas e tecnologias de pacificação, de mediação de conflito por meio da cultura e também museus comunitários e bibliotecas públicas”, disse Manezy.
Alfredo Manezy disse que o PAC da Cultura vai proporcionar “uma ação intensificada a partir dos indicadores do Ministério da Justiça naquelas comunidades mais degradadas, onde historicamente o Estado só chegou com a Polícia”.
Clique aqui para fazer o download da pesquisa do IBGE sobre o perfil cultural do brasileiro
Leia a íntegra da entrevista com Alfredo Manezy:
Conversa Afiada – Eu li a reportagem de Pedro Alexandre Sanches “A periferia não importa”, que está na Carta Capital que está nas bancas. Ele fala do programa Mais Cultura, também conhecido como PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – da Cultura, com R$ 4,7 bilhões destinados prioritariamente nos municípios com um índice de violência e os menores índices de educação básica, comunidades carentes e de risco. Senhor Manezy, a matéria do Pedro fala que a imprensa não deu a menor bola para esse programa. Em que consiste o programa?
Alfredo Manezy – O programa consiste num amplo investimento em infra-estrutura cultural, especialmente nos territórios onde há um baixo acesso à cultura no Brasil. Para você ter uma idéia, Paulo Henrique, os dados do IBGE recentemente lançados, uma pesquisa em parceria com o Ministério da Cultura, mostram que 13% dos brasileiros freqüentam cinema uma vez por ano, 92% dos brasileiros nunca freqüentarem museus, a média de leitura do brasileiro é 1,8 livro por ano, per capita. Para você ter um exemplo, num país vizinho, Colômbia, que lê 2,4 livros por ano, é quase o dobro do que é lido no Brasil. Ou seja, são números que revelam o baixo acesso à cultura no Brasil, uma concentração do acesso à cultura em algumas regiões, em algumas camadas da sociedade. E nesse sentido, o programa foi construído, a partir desses indicadores, para enfrentá-los a partir de um amplo investimento de Estado, coordenado com os estados, municípios, outros ministérios do Governo Federal, são mais de 26 acordos de cooperação entre o Ministério da Cultura e Ministérios como Educação, Meio Ambiente, Justiça, Integração Nacional, Cidades e Desenvolvimento, acordos com os bancos públicos, BNDES, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, para um investimento em larga escala em cultura brasileira. Sem dúvida alguma, Paulo Henrique, é o primeiro grande programa de Estado voltado para o acesso cultural dos brasileiros.
Paulo Henrique Amorim – Eu pergunto, como se pode ser acesso à essa pesquisa do IBGE. Ela é um documento público?
Alfredo Manezy – É um documento público, ela se encontra no site do IBGE e também no site do Ministério, totalmente integral, digitalizada e é uma pesquisa que revela esses dados de maneira contundente, Paulo Henrique.
Paulo Henrique Amorim – Vamos dar um clique para isso. Agora, outra coisa, senhor Manezy, como é que se relaciona esse programa com áreas, digamos, de risco. Vamos falar, por exemplo, já que estamos em cima dos acontecimentos, por exemplo, a favela do Alemão no Rio, a favela da Coréia, a periferia de São Paulo, como é que esse programa chega até lá?
Alfredo Manezy – O ministro Tarso Genro e o ministro Gilberto Gil assinaram um acordo onde nas áreas identificadas como de maior risco, os territórios de vulnerabilidade onde o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, o Pronasci, lançado há dois, três meses atrás que é um programa inovador porque conjuga ações de segurança e polícia com ações sociais de cidadania. Estão planejados 384 pontos de cultura que são apoios para aqueles grupos na comunidade, grupos culturais, ONGs que desenvolveram técnicas e tecnologias de pacificação, de mediação de conflito por meio da cultura e também museus comunitários e bibliotecas públicas, ou seja, uma ação intensificada a partir dos indicadores do Ministério da Justiça naquelas comunidades mais degradadas, onde historicamente o Estado só chegou com a Polícia e uma das razões para a degradação é essa ação unilateral do Estado que foi histórica, durante décadas, chegando com a Polícia, com aparato da Justiça, combinado agora com todos os outros serviços que são necessários, demandas da sociedade brasileira, especialmente intensificados, porque essas camadas precisam de um atendimento ainda maior há um histórico de degradação, logo é preciso ter bibliotecas de extrema qualidade, é preciso ter museus comunitários de extrema qualidade. Então, o Estado não pretende fazer nada sozinho e sim incorporando tecnologia e uma expertise, no caso, que a própria sociedade brasileira desenvolveu nas ausências do Estado. A gente tem exemplos como o AfroReagge, tem centenas de exemplos de trabalho sérios no Brasil que são exemplo até para o mundo e que já são parceiros e serão parceiros nessa intensificação nos territórios do Pronasci.
Paulo Henrique Amorim – O que é que é que consta no ponto de cultura?
Alfredo Manezy – O ponto de Cultura parte de uma iniciativa de grupos de comunidades que já trabalham com cultura. Aproximadamente, segundo estimativas, são mais de 100 mil grupos no Brasil que fazem trabalhos em suas comunidades seja com Hip Hop, seja com memória da comunidade, seja com bibliotecas comunitárias como a do escritor Ferréz, que é um exemplo mais conhecido, são centenas de milhares de grupos no Brasil. O Ministério da Cultura nunca dialogou com esses grupos historicamente, é a primeira vez que uma gestão reconhece essa expertise da sociedade brasileira envolvida com gestão comunitária para que elas recebam recursos e façam a sua gestão nos territórios. É claro que são grupos com um grau de precariedade enorme, com pouco acesso à infra-estrutura, então cabe ao Ministério e ao Estado entrar com recursos para que esses grupos possam aplicar a atuação na comunidade de maneira legítima, ganhando um reforço importante para a sua atuação. Para você ter uma idéia, Paulo Henrique, e para os ouvintes também poder comparar: a Colômbia teve uma atitude inovadora e diferente há 10 anos quando, especialmente em Medelin e Bogotá, se associou ação cultural com uma ação... Uma política de segurança, defendendo que a qualificação do ambiente social é uma condição para a redução de homicídios, redução de violência nessas áreas. Foram instaladas bibliotecas de altíssimo nível, acervos, museus e hoje os índices caíram bastante em função dessa ação completa, mais ampla e abrangente que considera a qualificação do espaço social como o principal objetivo. E uma medida, é claro que o Brasil é um país de proporções muito maiores, a necessidade é de uma ação de larga escala e é por isso que nós estamos falando de números amplos, como por exemplo, 384 pontos de cultura, sete grandes bibliotecas multiuso, museus comunitários nos territórios com os maiores índices de homicídios do país.
Paulo Henrique Amorim – Quando você falou no Ministério da Justiça é com aquele programa o Pronasci, não é isso?
Alfredo Manezy – Isso, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Mas também estamos planejando ações conjuntas como no Plano de Desenvolvimento Educacional, o PDE, que foi lançado pelo Ministério da Educação. Estão sendo previstos centenas de cineclubes nas escolas de Ensino Médio público e outros equipamentos culturais como brinquedotecas, estrutura de inclusão digital com banda larga, a exemplo do que estamos fazendo com outros Ministérios. É uma ação combinada com outros Ministérios justamente porque o Ministério da Cultura é uma estrutura pequena que precisa trabalhar articulada com outros Ministérios para atingir a escala que precisa ser alcançada que diz respeito àqueles indicadores que no início eu mencionei.
Paulo Henrique Amorim – Deixa eu lhe perguntar uma última coisa, já tem algum ponto de cultura em funcionamento em área de risco?
Alfredo Manezy – Tem. São hoje 680 pontos de cultura já apoiados pelo Ministério da Cultura na Cidade Tiradentes, por exemplo, zona oeste de São Paulo, que é uma área importante nessa atuação cultural, são três pontos de cultura já conveniados na Cidade Tiradentes, só para dar um exemplo. Mas também temos na área metropolitana de Recife, na área metropolitana de Belo Horizonte, em favelas do Rio de Janeiro.
Paulo Henrique Amorim – Aqui em São Paulo em Cidade Tiradentes.
Alfredo Manezy – Em Cidade Tiradentes, para dar um exemplo. Eu posso te passar no detalhe depois, são vários projetos no Brasil já conveniados. E a gente, ao fazer o edital dos pontos de cultura, recebemos mais de três mil propostas de pontos de cultura vindos de ONGs, de movimentos culturais, Hip Hop, ou seja, a demanda é imensa. Quando a gente ultrapassa o limite de atendimento aos produtores culturais, aos artistas que são, é claro, legítimos parceiros do Ministério, a gente percebe que o brasileiro tem uma demanda por cultura e há já um conjunto de comunidades enorme no Brasil trabalhando de maneira consistente com cultura e educação.

22.10.07

MOSTRA - Filme desconstrói mito de Ian Curtis, voz do Joy Division

MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO

Por Fernanda Ezabella


SÃO PAULO (Reuters) - Com diálogos mínimos e trilha sonora no máximo, o filme em preto e branco "Control" narra a curta vida de Ian Curtis, enquanto ele se equilibrava entre a banda britânica Joy Division, sua mulher Debbie e sua amante Annick.
"Control", que será exibido na sexta-feira na 31a Mostra Internacional de São Paulo, tem direção do fotógrafo holandês Anton Corbijn, especializado em música e responsável pelas fotos mais famosas do Joy Division, também em preto e branco.
Esta é sua estréia em longa de ficção, embora já tenha rodado videoclipes do Depeche Mode, Johnny Cash, U2 e Nirvana.
O Joy Division foi formado em Manchester, no final dos anos 1970, em meio a shows de David Bowie, Sex Pistols e Buzzcoks, referências presentes no filme. Com a morte do vocalista, aos 23 anos, a banda deu origem ao New Order.
O papel principal é do ator desconhecido Sam Riley, que é também cantor e guarda uma estranha semelhança com Curtis, inclusive quando dança no palco, em um transe mais parecido com seus ataques epiléticos.
A importância que as mulheres ganham neste filme --Debbie e Annick-- pode frustrar os fãs mais interessados em histórias do grupo, conhecido por sucessos como "Love Will Tear Us Apart" e "Transmission".
Mas a resposta para esta ótica feminina pode estar no fato de o roteiro ser baseado no livro da própria Debbie, que também assina a co-produção. Os dois se casaram muito jovens e tiveram uma filha, a qual ele ignora solenemente no filme.
E, mesmo afirmando seu amor pela jornalista amadora Annick Honoré, Curtis não consegue ficar longe de Debbie. Ao saber da amante, ela ameaça com o divórcio, mas ele pede para ela desistir.
Entre as dúvidas do coração, o sucesso estressante da banda e os constantes ataques epiléticos, Curtis se enforca na cozinha de sua casa, um dia antes do embarque do Joy Division para a primeira turnê nos Estados Unidos, em 1980.
Somando tudo isso, o péssimo marido com o abandono da banda em pleno auge, o filme desconstrói o mito Ian Curtis, um jovem um tanto depressivo e egoísta, até hoje cultuado e referência para bandas novas como Interpol, She Wants Revenge, The Killer e muitas outras.
"Control" também passa longe do estereótipo "sexo, drogas e rock and roll". Curtis, de fato, carrega na mochila seus vidros de remédios, mas para tentar conter sua epilepsia. E a única cena de sexo se passa debaixo do cobertor e termina com Curtis chorando, talvez atravessado pela culpa da traição.
O filme foi exibido no Festival de Cinema de Cannes deste ano, em maio, um dia antes do aniversário de 27 anos da morte de Curtis. O baterista Stephen Morris contou aos jornalistas no festival como se sentiu quando soube que Curtis se enforcara:
"Acho que foi um choque, mas o que eu senti foi muita raiva --raiva por ele ter sido tão estúpido", disse. "Quando uma pessoa comete suicídio, deixa um monte de perguntas sem resposta para as pessoas que sobram-- e as fere muito mais."

COLD PLAY...

http://br.youtube.com/watch?v=qI8I6qcxWyU

http://br.youtube.com/watch?v=jBEYyHGbwto

http://br.youtube.com/watch?v=_XonuuQZSCE

SIM!!!


SIM - Nando Reis


Desde que eu te vieu te quisEu quis te raptarEu fiz um altarPra te receberComo um anjoQue caiulá do céuNão estava voandoAndandoDistraiu-seSIME agora?Eu quero voltar lá do céuEu quero estar de voltaEu quero ter você quando estiver de voltaEu quero você para mimNão douPra ficar só,simSIMDesde que eu te vieu te quisEu quis te raptarEu fiz um altarPra te receberComo um anjoQue caiulá do céuNão estava voandoAndandoDistraiu-seSIME agora?Eu quero voltar lá do céuEu quero estar de voltaEu quero ter você quando estiver de voltaEu quero você para mim agoraEu quero voltar lá do céuEu quero estar de voltaEu quero ter você quando estiver de voltaEu quero você para mimNão douPra ficar só,sim,não dou,não

POR TRÁS DA MÁSCARA...



POR TRÁS DA MÁSCARA

Dantesco, homérico,
Sarcástico, solitário.
Por trás da máscara
Qual será o meu eu?
Na rodovia, ouvindo “Fix You” do Cold Play
Muito além do permitido
Permito-me a indagação...
Por trás da máscara
Qual será o meu eu?
Perfeccionista, cruel,
Individual, sonhador.
Por trás da máscara
Qual será o meu eu?
Acelero o carro
Como que se acelerasse a vida.
Acelero o tempo
E morro mais a cada minuto.
Qual será o meu eu???
Mal amado, incompreendido,
austéro, feliz!

18.10.07

Nova música de Morrissey na net

Uma nova música do cantor Morrissey, “All You Need Is Me”, vazou na internet.A primeira vez que essa música foi apresentada foi dia 10 de outubro, em um programa norte-americano. De acordo com o site sobre o cantor True-to-you.net, outra inédita intitulada “That’s How People Grow Up” será apresentada em breve.Veja a performance de “All You Need is Me”:

Neil Young libera quatro faixas do novo álbum

Disposto a dar uma prévia do álbum Chrome Dreams II, com lançamento marcado para a próxima semana (no dia 23) nos EUA, Neil Young disponibilizou quatro faixas na Internet.
As músicas foram colocadas no YouTube, mas não são clipes. Fotos em detalhe da "coleção de carros enferrujados" de Young, segundo a descrição informada no site de vídeos, servem como pano de fundo para as canções.
Se o objetivo do lendário roqueiro era deixar os fãs com água na música, funcionou – as canções são ótimas, inclusive a balada "The Way", que conta com um coro de crianças.
Chrome Dreams II faz referência a Chrome Dreams, gravado por Neil Young em Nova York em 1976 e posteriormente engavetado. Apesar de nunca ter chegado às lojas, originais do álbum, recheado de clássicos, acabaram nas mãos de colecionadores e podem facilmente ser encontrados na web.
Nesta quinta-feira (18), o cantor inicia uma turnê pela América Norte, que até agora tem datas marcadas até metade de dezembro. Estão previstos, inclusive, dois shows no Massey Hall, em Toronto, casa de shows onde, em 1971, foi gravado o excelente Live at Massey Hall, lançado no início de 2007.
Clique nos links abaixo para ouvir as músicas: